sexta-feira, fevereiro 13, 2004
Ontem...
...o meu irmão mais novo perguntou-me se eu não me importava de dormir com ele. Que o meu outro irmão tinha adormecido na sala, e ele não estava habituado a dormir sozinho num quarto tão grande e com uma cama vazia. Sorri com aquele desabafo pequenino como ele. Disse que já ia ter com ele, e recomendou-me que fosse depressa porque senão ele não conseguia dormir e amanhã era dia de aulas.
Perdi-me em devaneios, e quando dei pelas horas fui a correr para o quarto e sorri outra vez; deitado numa das camas estava o meu manito, torto e destapado. Tentei aconchegá-lo no cobertor da mesma forma que a minha mãe tantas vezes mo fez, mas há coisas que são só de mãe (por muito que ela as ensine através do amor). E se há duas noites atrás eu podia jurar que tinha visto dois anjos negros a voar sobre uma amiga minha, ontem era mais que certo que estava um pequeno anjo (mas dos alvos) deitado à minha frente.
Perdi-me em devaneios, e quando dei pelas horas fui a correr para o quarto e sorri outra vez; deitado numa das camas estava o meu manito, torto e destapado. Tentei aconchegá-lo no cobertor da mesma forma que a minha mãe tantas vezes mo fez, mas há coisas que são só de mãe (por muito que ela as ensine através do amor). E se há duas noites atrás eu podia jurar que tinha visto dois anjos negros a voar sobre uma amiga minha, ontem era mais que certo que estava um pequeno anjo (mas dos alvos) deitado à minha frente.