domingo, junho 06, 2004
Algumas pessoas difíceis II
4. A política: é muito perigosa pois é inteligente, tem capacidade de expressão e recorre à sedução, o que lhe permite obter o apoio de muitos membros do grupo e, em certos casos, ocupar um lugar de poder. Este poder pode ser devido, pelo menos em aprte, à negligência do líder e não tanto às suas características e à sua rede de favores.
O que fazer: ignorá-la é criar um adversário poderoso, atribuir-lhe mais importância do que a outro membro é assegurar o crescimento do seu poder. Para que isso não aconteça é importante conferir poder aos outros elementos e manter contacto regular com o grupo de maneira que não se crie a necessidade de preencher um vazio de orientação.
5. A intrometida: intencionalmente ou não, é especialista em sabotagem com os constantes "ouvi dizer...", tornando-se a pessoa ideal para fazer passar rumores. Quer salientar-se e, por isso, as suas dicas são vagas para fazer recair sobre si os pedidos de informação. Por outro lado, quanto mais prejudiciais forem essas informações para a vida do grupo mais interessantes se tornam.
O que fazer: salientar a confiança nela, enquanto membro dum grupo que deve ser coeso e que o seu procedimento prematuro pode causar instabilidade no grupo. Em situação de reunião, pedir-lhe de maneira concreta e incisiva, explicações suplementares de maneira que tanto ela como o grupo se apercebam da eventual falta de fundamentação dos "ouvi dizer...".
6. A curto-circuito: é genial num tipo de manipulação: eminência de ataques de cólera (dá ares de zangada: grita, vira as costas), o que produz resultados satisfatórios pois muitas pessoas preferem evitar os conflitos. Porque possui boa capacidade de expressão recorre também a argumentos convincentes e, mesmo, a ameaças.
O que fazer: deixar que a encenação aconteça: assistir com calma de modo a dar a entender que ela não nos impressiona. Clarificar que a sua postura é inapropriada em grupo e que não lhe trás vantagens porque não lhe cedemos.
O que fazer: ignorá-la é criar um adversário poderoso, atribuir-lhe mais importância do que a outro membro é assegurar o crescimento do seu poder. Para que isso não aconteça é importante conferir poder aos outros elementos e manter contacto regular com o grupo de maneira que não se crie a necessidade de preencher um vazio de orientação.
5. A intrometida: intencionalmente ou não, é especialista em sabotagem com os constantes "ouvi dizer...", tornando-se a pessoa ideal para fazer passar rumores. Quer salientar-se e, por isso, as suas dicas são vagas para fazer recair sobre si os pedidos de informação. Por outro lado, quanto mais prejudiciais forem essas informações para a vida do grupo mais interessantes se tornam.
O que fazer: salientar a confiança nela, enquanto membro dum grupo que deve ser coeso e que o seu procedimento prematuro pode causar instabilidade no grupo. Em situação de reunião, pedir-lhe de maneira concreta e incisiva, explicações suplementares de maneira que tanto ela como o grupo se apercebam da eventual falta de fundamentação dos "ouvi dizer...".
6. A curto-circuito: é genial num tipo de manipulação: eminência de ataques de cólera (dá ares de zangada: grita, vira as costas), o que produz resultados satisfatórios pois muitas pessoas preferem evitar os conflitos. Porque possui boa capacidade de expressão recorre também a argumentos convincentes e, mesmo, a ameaças.
O que fazer: deixar que a encenação aconteça: assistir com calma de modo a dar a entender que ela não nos impressiona. Clarificar que a sua postura é inapropriada em grupo e que não lhe trás vantagens porque não lhe cedemos.